Se tratando de situações chocantes ninguém melhor que o diretor Brian De Palma para trazer tudo isso e muito mais a tela. Com um bom material nas mãos, Brian personaliza Carrie como uma vítima da sociedade, que a julga tanto pela sua aparência quanto por seu comportamento tímido e retraído. O trabalho de Brian parece ter buscado inspiração nos clássicos de Hitchcok, pois o filme busca explorar o emocional dos personagens a fundo.
Tudo começa quando Carrie tem sua primeira menstruação, no vestiário da escola, filmagens de nudez são usadas, mas tudo com ponderação, quando Carrie se depara com o sangue escorrendo no chão o pânico a domina, pois ela não sabe o que está acontecendo e sai do chuveiro apavorada. As garotas da escola começam a rir da sua atitude jogando tampões nela, até que a professora de educação física interrompe a algazarra mandando as garotas embora e tentando acalmar Carrie que está totalmente apavorada e descontrolada. O filme já começa com uma cena forte e de grande impacto, logo no começo é mostrado o conflito adolescente e a necessidade de aceitação nessa fase. Junto com a maturidade Carrie descobre que não é só uma garota estranha, tímida e incompreendida mas que também tem poderes telecinéticos, o que a torna especial e perigosa. Toda sua retração tem com explicação a criação dura e severa de sua mãe, Margaret que é uma mulher amarga, que julga tudo pecado, maltrata a filha com agressões e a trancando. A situação muda quando Sue se arrepende de ter participado do grupo que humilhou Carrie e pede que Tommy a convide para o baile da escola. E a trama se desenrola quando Chris é proibida de ir ao baile por discordar do castigo da professora, e com raiva de Carrie paneja uma vingança. Carrie mesmo desconfiada com o convite do garoto popular Tommy, aceita ir ao baile com ele, mas o que ela não sabe são os planos de Sue e seu namorado Billy. Mas o elemento surpresa é deixado para o final, Carrie com seus poderes é capaz de fazer coisas se moverem e manipular o que deseja. A chegada de Carrie ao bailer é triunfal ela se transforma em uma princesa de contos de fadas e Tommy realmente se encanta com ela. Mas tudo muda quando eles são chamados ao palco para receber o título de rei e rainha do baile. Um balde de sangue de porco cai sobre Carrie e todos começam a rir dela, que no momento de fúria parece entrar em transe e dominada pela raiva se vinga de todos.
Tudo começa quando Carrie tem sua primeira menstruação, no vestiário da escola, filmagens de nudez são usadas, mas tudo com ponderação, quando Carrie se depara com o sangue escorrendo no chão o pânico a domina, pois ela não sabe o que está acontecendo e sai do chuveiro apavorada. As garotas da escola começam a rir da sua atitude jogando tampões nela, até que a professora de educação física interrompe a algazarra mandando as garotas embora e tentando acalmar Carrie que está totalmente apavorada e descontrolada. O filme já começa com uma cena forte e de grande impacto, logo no começo é mostrado o conflito adolescente e a necessidade de aceitação nessa fase. Junto com a maturidade Carrie descobre que não é só uma garota estranha, tímida e incompreendida mas que também tem poderes telecinéticos, o que a torna especial e perigosa. Toda sua retração tem com explicação a criação dura e severa de sua mãe, Margaret que é uma mulher amarga, que julga tudo pecado, maltrata a filha com agressões e a trancando. A situação muda quando Sue se arrepende de ter participado do grupo que humilhou Carrie e pede que Tommy a convide para o baile da escola. E a trama se desenrola quando Chris é proibida de ir ao baile por discordar do castigo da professora, e com raiva de Carrie paneja uma vingança. Carrie mesmo desconfiada com o convite do garoto popular Tommy, aceita ir ao baile com ele, mas o que ela não sabe são os planos de Sue e seu namorado Billy. Mas o elemento surpresa é deixado para o final, Carrie com seus poderes é capaz de fazer coisas se moverem e manipular o que deseja. A chegada de Carrie ao bailer é triunfal ela se transforma em uma princesa de contos de fadas e Tommy realmente se encanta com ela. Mas tudo muda quando eles são chamados ao palco para receber o título de rei e rainha do baile. Um balde de sangue de porco cai sobre Carrie e todos começam a rir dela, que no momento de fúria parece entrar em transe e dominada pela raiva se vinga de todos.
Essa é a cena chave do filme o momento mais esperado e mais empolgante, Carrie se divide entre mocinha e vilã. Muitos efeitos especiais são usados, closes de câmeras e uma trilha sonora agitada contagia quem assiste. Uma produção bem arquitetada faz de "Carrie - A Estranha" um filme envolvente e inesperado. Do elenco destaca-se muito bem Sissy Spacek que vive a frágil e destrutiva Carrie, mesmo em um dos primeiros trabalhos ela mostra todo seu potencial com naturalidade o que torna seu papel muito convincente. Outra fera que não pode ficar de fora é Piper Laurie que interpreta a mãe de Carrie.
Margaret, uma mulher fanática por religião que busca consolo na fé por ter sido abandonada pelo marido e desconta todos os seus fracassos e frustrações na filha. Outros jovens também começam a dar seus primeiros passos para um futuro brilhante como John Travolta que faz papel de Billy, Amy Irving que vive Sue, e William Katt que é Tommy.
Margaret, uma mulher fanática por religião que busca consolo na fé por ter sido abandonada pelo marido e desconta todos os seus fracassos e frustrações na filha. Outros jovens também começam a dar seus primeiros passos para um futuro brilhante como John Travolta que faz papel de Billy, Amy Irving que vive Sue, e William Katt que é Tommy.
Pra mim essa é uma das melhores direções de De Palma, um obra digna de ser vista e revista.




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